De férias

Pela primeira vez na vida adulta, estou viajando de férias. Vim para Monte Verde/MG com a namorida, aproveitar a natureza, gastronomia, paz e silêncio.

Digo "primeira vez na vida adulta" mas se bobear é primeira vez desde sempre. As viagens para visitar familiares que fiz na infância e adolescência nem chegam a contar. Ir para um lugar especificamente para conhecer o lugar, para realmente turistar, é uma experiência nova pra mim.

Além de adulto, tô me sentindo também um tanto burguês. Tem coisa mais classe média que ser um turista? Talvez sonegar imposto de renda, sei lá.

Mega Man Xtreme 2 (2001, GBC)

Mais interessante do que eu presumi que seria. Assim como a maioria dos Mega Man portáteis, ele reutiliza conteúdo dos jogos de console. Mas, felizmente, ele pega um pouco do exemplo dos melhores games do robô azul nas telinhas e adiciona seu próprio conteúdo original por cima, manifestado em sua maior parte nos níveis. Alguns estágios são apenas versões remixadas de jogos anteriores, mas outros são bem originais. Blast Hornet, em especial, me parece ser um estágio completamente novo e é bem bom.

Mega Man X (1993, SNES)

Pra começar o ano, vamos com a tradição anual de zerar Mega Man X. Dei uns tropeços morrendo de besta e fazendo uma rota subotimizada, mas ainda assim consegui zerar em 1h28m27s, literalmente meu recorde por alguns segundos. Começamos o ano bem!

New Super Mario Bros. 2 (2012, 3DS)

Não tem nada de tecnicamente errado com esse jogo. Se qualquer coisa, New Super Mario Bros. 2 é um jogo de plataforma bem competente. Visual agradável, música que faz seu trabalho, controles bem precisos e mecânicas sólidas. Só faltou uma coisa: alma. Ele é tão absurdamente genérico e sem nada de especial que jogá-lo me colocou num estado de completa apatia. Nunca um jogo conseguiu desligar meu cérebro de forma tão eficiente. Ao final de minhas jogatinas eu nem chegava a estar entediado... Era como se algumas horas da minha vida simplesmente tivessem passado sem a minha presença.

Scott Pilgrim Contra o Lucas

O título não tem nenhum significado especial além de "eu queria fazer uma referência ao quadrinho original". Em nenhum momento Scott Pilgrim teve que lutar contra mim ou entrei em conflito contra personagens fictícios.

Eu gosto do quadrinho original de Scott Pilgrim moderadamente, nunca assisti ao filme e o game me parece bem dahora mas nem cheguei perto. Então sob nenhuma definição razoável eu sou um "fã" da obra de Bryan Lee O'Malley. Dito isso, fiquei bem interessado quando foi anunciado o anime e o trailer me deixou bem animado para assistir o que ia sair.