Mega Man X5 (PlayStation, 2002)

Tempo de Jogo: 6h14m

Nota: C

Terminei a campanha do X há alguns dias atrás (21) e logo depois comecei a campanha do Zero e... Depois de brincar um pouco, desanimei. Acho que o fato de eu não ter animado de zerar com os dois personagens (zerar com o Zero?) deixa claro a diferença de qualidade de X5 para X4.

Sorcery! 3 (Android, 2015)

Sorcery! 3 continua a fórmula dos outros dois, mas num mapa bem maior e mecânicas mais complexas. Isso não é algo inteiramente positivo. Se as Baklands são maiores que Kharé, também senti que são menos interessantes de explorar. Particularmente, as várias micro-decisões e caminhos alternativos que você fazia tanto no jogo anterior parecem ter tomado uma abordagem mais linear aqui, e tive bem menos ânimo de tentar rebobinar ações e ver as diferenças possíveis. Kharé era mais enxuta, mas também mais densa e com vários eventos e personagens que atiçavam bem mais minha curiosidade.

One Piece (Live-Action, 2023)

Sou fã de One Piece há bastante tempo. Ouvi falar do mangá pela primeira vez em 2002, numa revista de animes/mangás/vgs (acho que a Herói?) e me interessei imediatamente pela premissa. Comecei a ler o mangá em 2002, quando ele lançou no Brasil. Ainda em 2002 comprei meus primeiros volumes do mangá, começando pela saga do Kuro. Desde então sou fã e, pelo menos desde 2011, quando comecei a acompanhar scanlations, acompanho semanalmante.

Super Mario Galaxy (2007, Wii)

Tempo de Jogo: 20h

Nota: A

Deve fazer uns 10 anos que não jogo Super Mario Galaxy até o fim. Ele costumava ser um de meus jogos favoritos, mas bastante tempo se passou desde então e muita coisa mudou no mundo em geral e eu em particular — especialmente meus gostos por jogos. Será que meu amor pelo game saiu ileso do teste do tempo?

Sorcery! 2 (Android, 2013)

Tempo de Jogo: 09h40m

Nota: B+

Agora sim estamos conversando. Se o primeiro Sorcery! era notoriamente apenas uma introdução de uma história muito maior, a sequência segue o caminho quase inverso. Ele funciona tão bem como uma aventura solo que não precisa de seu antecessor (que, em retrospecto, é quase que apenas um tutorial pra esse aqui), nem fica na sombra de um sucessor para dar uma conclusão satisfatória.

Sorcery! (Android, 2013)

Tempo de Jogo: 3h35m

Nota: C+

Uma adaptação do livro-jogo Sorcery!, que é por outro lado um spin-off da série de livros-jogos Fighting Fantasy.

Não joguei o livro-jogo original - e sendo bem sincero, tenho praticamente 0 familiaridade com a mídia, fora alguns CYOA bem simples. Não obstante, parece-me uma ótima introdução ao conceito!

Mega Man Xtreme (GBC, 2000)

Tempo de Jogo: 5h56m

Nota: D+

Um pouquinho de X, um pouquinho de X2. Mas pior.

É uma adaptação para portátil que não se adaptou muito bem. Há problemas básicos, como a tela pequena ou a música ter ficado completamente zoada. Mas há outros problemas que não são apenas por causa da plataforma mais modesta que é o GBC. Os controles não parecem "certos", com inputs às vezes não computando e o pulo não muito consistente - e os controles precisos são algo essencial pra qualquer Mega Man.